sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Adeus


Encontro-te nu, silencioso como se dormisses um sono profundo. Um sono que nunca deveria ser quebrado.
Quando me aproximo e te toco sinto... sinto a tua pele fria como se fosse uma gota gélida numa manhã de inverno em que o orvalho não perdoou...
E, ai tive a certeza, tu tinhas partido.








A.

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